quarta-feira, março 30, 2011

Novos meninos, velhos mendigos




Fundaremos novo ensaio, novas oficinas onde exercitem a arte, o oficio novos meninos velhos mendigos Onde o sol banhará os corpos sem o obstáculos de placas personificadas. E a vida fluirá pelas mãos, pelos poros, o suor de cada um. Contudo crescerá um grito no peito prostituído desse mundo, invalidando nosso projeto, pondo-se idéias. Esse infortúnio essa desesperança essa desesperança... que só quem deita as 23 levanta as cinco, cheio de sono e contas sabe se dizer. Se fosse permitido falar para todos os ouvidos com certeza desligariam seu aparelhos. Eles fariam ou aproveitariam para esquentar o café ou falar sobre o gol. os seres assumiram a perfeição e se auto-mutilam, hoje criam coisas perfeitamente insensíveis palavras gestos todo um mundo de vidro fumê, um caramujo fechado.

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